Cago-me e nem mais sinto
Purgam-me e eu consinto.
Só peço que não seja mais com a ciência.
Que eu possa sentir o esterco
E não mais os íons dos slides
Não se incomodam que tanto churume
já não me deixe nem ouvir.
Contanto que meus olhos estejam abertos
e meu jaleco sem manchas de merda.
Henrique Sater – 04/09/2011
